Proposta apresentada por Caroline Sampaio, Hannah Karine e Leopoldo Silva
A seguinte proposta de avaliação diz respeito ao conteúdo abordado pelo grupo composto pelos seguintes integrantes: Elis Regina, Maycon Franklin, Nicole Brenda.
A proposta de ensino apresentada por eles tem como intuito ensinar o alfabeto em inglês (“Alphabet”) mostrando exemplos de animais e frutas ilustrados em cartões plastificados, sendo que cada exemplo começa com a letra do alfabeto na qual está sendo ensinada para os alunos.
Proposta:
O nosso grupo pretende avaliar o nível de aprendizado dos alunos através de um exercício de sondagem, no qual é dividido nas seguintes etapas:
1ª etapa: Pretendemos projetar (em slides) ou trazer em uma folha A4 contendo a imagem de uma letra do alfabeto para os alunos, e pedimos para que eles nos digam como se pronuncia tal letra em inglês;
2ª etapa: Depois de mostrar a letra, mostraremos a mesma ilustração (de fruta ou de animal) utilizado na proposta de ensino no qual a palavra representava, e também pedimos para que eles nos falem o nome do objeto que está sendo mostrado;
3ª etapa: Repetimos o processo até chegar na última letra do alfabeto, porém não utilizaremos exemplos ilustrados em letras mais complexas (letras K, X, Y etc).
Neste exercício de sondagem só usaremos exemplos de animais e frutas mais comuns ao dia a dia dos alunos, para que a atividade se encaixe no cotidiano dos alunos, e também para que o nível de dificuldade da atividade não seja tão alto. Porém, vale lembar que o foco principal da atividade é o alfabeto.
A seguinte proposta de avaliação diz respeito ao conteúdo abordado pelo grupo composto pelos seguintes integrantes: Elis Regina, Maycon Franklin, Nicole Brenda.
A proposta de ensino apresentada por eles tem como intuito ensinar o alfabeto em inglês (“Alphabet”) mostrando exemplos de animais e frutas ilustrados em cartões plastificados, sendo que cada exemplo começa com a letra do alfabeto na qual está sendo ensinada para os alunos.
Proposta:
O nosso grupo pretende avaliar o nível de aprendizado dos alunos através de um exercício de sondagem, no qual é dividido nas seguintes etapas:
1ª etapa: Pretendemos projetar (em slides) ou trazer em uma folha A4 contendo a imagem de uma letra do alfabeto para os alunos, e pedimos para que eles nos digam como se pronuncia tal letra em inglês;
2ª etapa: Depois de mostrar a letra, mostraremos a mesma ilustração (de fruta ou de animal) utilizado na proposta de ensino no qual a palavra representava, e também pedimos para que eles nos falem o nome do objeto que está sendo mostrado;
3ª etapa: Repetimos o processo até chegar na última letra do alfabeto, porém não utilizaremos exemplos ilustrados em letras mais complexas (letras K, X, Y etc).
Neste exercício de sondagem só usaremos exemplos de animais e frutas mais comuns ao dia a dia dos alunos, para que a atividade se encaixe no cotidiano dos alunos, e também para que o nível de dificuldade da atividade não seja tão alto. Porém, vale lembar que o foco principal da atividade é o alfabeto.
O intuito dessa avaliação é saber se os alunos realmente conseguiram aprender o conteúdo, caso contrário pode haver uma revisão nas aulas dadas em sala. Para saber se os alunos realmente conseguiram aprender, nós observaremos se toda a turma está participando da atividade; Portanto o nível de participação da turma determinará o quanto eles aprenderam.
A avaliação é parte integrante e intrínseca ao processo educacional, indo muito além da visão tradicional, que focaliza o controle externo do aluno por meio de notas e conceitos. BRASIL, 1999 P.79.
É através dessa introdução presente na Seção de Avaliação do PCN que nos baseamos, e que chegamos a conclusão de que não iriamos dar notas individualmente aos alunos. Em nossa proposta de avaliação nós não pretendemos seguir aquele paradigma de que toda “prova” ou “atividade” tem que ser séria e massante, nós queremos que os alunos se sintam mais confortáveis para falar em sala de aula. Julgaremos o nível de aprendizado da turma, e não dos alunos individualmente.
Ensinar torna-se, então, um processo dinâmico no qual há reações, ao fluir da interação, entre professor e aluno, entre aluno e aluno e entre aluno e conteúdos. É um processo interativo e negociável, essencial, tanto para o processo de aprendizagem quanto para balizar o desenvolvimento de programas e currículos. […] BRASIL, 1999 P.79.
A avaliação é parte integrante e intrínseca ao processo educacional, indo muito além da visão tradicional, que focaliza o controle externo do aluno por meio de notas e conceitos. BRASIL, 1999 P.79.
É através dessa introdução presente na Seção de Avaliação do PCN que nos baseamos, e que chegamos a conclusão de que não iriamos dar notas individualmente aos alunos. Em nossa proposta de avaliação nós não pretendemos seguir aquele paradigma de que toda “prova” ou “atividade” tem que ser séria e massante, nós queremos que os alunos se sintam mais confortáveis para falar em sala de aula. Julgaremos o nível de aprendizado da turma, e não dos alunos individualmente.
Ensinar torna-se, então, um processo dinâmico no qual há reações, ao fluir da interação, entre professor e aluno, entre aluno e aluno e entre aluno e conteúdos. É um processo interativo e negociável, essencial, tanto para o processo de aprendizagem quanto para balizar o desenvolvimento de programas e currículos. […] BRASIL, 1999 P.79.
Não só através da interação aluno e professor que ocorre o aprendizado, através de nossa atividade até mesmo os alunos podem se ajudar, fazendo com que o entendimento do conteúdo seja mais democrático livre para os alunos.
Sugestões:
Para se fazer uma proposta de avaliação não é preciso necessariamente que seja feita outra proposta de ensino.
No caso da proposta de avaliação elabora pelo nosso grupo, nós poderíamos simplesmente sugerir que os alunos pronunciassem as letras em inglês na hora em que o grupo no qual nós propomos a nossa avaliação (Elis Regina, Maycon Franklin, Nicole Brenda) estivesse botando em prática sua proposta de ensino.
Sugestões:
Para se fazer uma proposta de avaliação não é preciso necessariamente que seja feita outra proposta de ensino.
No caso da proposta de avaliação elabora pelo nosso grupo, nós poderíamos simplesmente sugerir que os alunos pronunciassem as letras em inglês na hora em que o grupo no qual nós propomos a nossa avaliação (Elis Regina, Maycon Franklin, Nicole Brenda) estivesse botando em prática sua proposta de ensino.
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