Por Leandro Lisbôa
![]() |
| Foto da internet |
Na última aula, realizada em 19 de maio, a proposição feita pelo professor foi utilizar um jogo de cartas para produção de atividade que envolvesse os alunos e fizesse a aula acontecer. De acordo com ele, a realização da aula foi baseada numa proposição feita por mim, posto que, em momento anterior, eu havia dito que o speaking é, em minha visão, a competência do inglês que mais dá a sensação ao estudante de que ele de fato está aprendendo alguma coisa, tornando-o, assim, emancipado (ou ao menos tendo tal sensação).
O mais bacana desta aula foi a interatividade e possibilidade de produção do material. As cartas chegaram em branco e a solicitação foi para que os estudantes fizessem de dois a três desenhos, sendo um em cada carta. Com os desenhos prontos, foi realizada uma dinâmica utilizando o espaço da sala em círculo onde cada um selecionava uma carta do baralho e começava a contar uma história (completamente em inglês) em sequência.
Em seguida, a dinâmica mudou e cada um selecionava três cartas e fazia uma espécie de previsão do futuro da pessoa utilizando as escolhidas. Ao final, discutimos sobre as possibilidades de utilização deste material em sala.
Os pontos positivos dessa atividade, além da interação, são a sensação do estudante de produzir algo seu, algo que tenha sua cara e características, além da possibilidade de exercício da fala, já que o aluno pode participar mesmo com vocabulário baixo.
Um ponto negativo poderia ser a vergonha do aluno em participar devido ao baixo vocabulário. Entretanto, por se tratar de uma atividade em que se produz desde as cartas até o diálogo, talvez esse problema passe despercebido.
Certamente tentarei utilizar nas minhas práticas do Ensino Supervisionado II.

Você consegue pensar uma alteração na dinâmica da atividade para alcançar classes com alunos em nível iniciante? Veja a resposta nos comentários do Blog da Caroline.
ResponderExcluir