Por Leandro Lisbôa Foto da internet Na última aula, realizada em 19 de maio, a proposição feita pelo professor foi utilizar um jogo de cartas para produção de atividade que envolvesse os alunos e fizesse a aula acontecer. De acordo com ele, a realização da aula foi baseada numa proposição feita por mim, posto que, em momento anterior, eu havia dito que o speaking é, em minha visão, a competência do inglês que mais dá a sensação ao estudante de que ele de fato está aprendendo alguma coisa, tornando-o, assim, emancipado (ou ao menos tendo tal sensação). O mais bacana desta aula foi a interatividade e possibilidade de produção do material. As cartas chegaram em branco e a solicitação foi para que os estudantes fizessem de dois a três desenhos, sendo um em cada carta. Com os desenhos prontos, foi realizada uma dinâmica utilizando o espaço da sala em círculo onde cada um selecionava uma carta do baralho e começava a contar uma história (completamente em inglês) em sequência...
Por Leandro Lisbôa Foto da internet Apesar de ser um termo recente, ao menos para mim, a "Gameficação" (do inglês, Gamification) é uma prática bastante utilizada no âmbito escolar como uma das diversas estratégias para dinamizar as aulas. De acordo com o especialista em Marketing digital Leandro Kenski, em entrevista ao Portal Exame , "Gamification (no âmbito empresarial) é a estratégia de interação entre pessoas e empresas com base no oferecimento de incentivos que estimulem o engajamento do público com as marcas de maneira lúdica". Contudo, de acordo com matéria veiculada no portal da Revista TecEduc , "Gamificação é o uso de jogos virtuais adaptados ao ensino que despertam o interesse dos alunos e estimulam o processo educacional". Com conceito apresentado recentemente na aula do último dia 04 de maio, os professores Ana Luíza e Fábio Fernandez apresentaram o app "There is no game" (para acessar a versão para PC, basta clicar...